Retrospectiva de 2021

Faltando poucos dias para o fim do ano, é hora da tradicional retrospectiva de o que li, assisti e joguei.

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Li menos se comparado ao ano anterior, porém, consegui ler mais romances do que nos últimos vinte e quatro meses — ainda é pouco, mas é melhor do que nada. Os destaques ficaram por conta do folk horror nacional A Floresta, de Daniel Gruber e a ágil space opera The Fractured Void, de Tim Pratt (um tie-in do jogo de tabuleiro Twilight Imperium).

Continuei lendo bastante quadrinhos, como comentei aqui. Vale também destacar Captain America: Sam Wilson – The Complete Collection Vol. 1 (apesar do início chato), Marshal Law: The Deluxe Edition (compilação do personagem que inspirou The Boys e Invincible) e o perturbador e exagerado Gyo (o que já se esperava, uma vez que é de Junji Ito).

Prossegui com a leitura de RPGs nos mais diversos gêneros, como Something Wicked (horror) e a nova edição de Triumphant! (super-heróis), além de ter jogado bastante online (seja como mestre ou jogador): 24XX (ficção científica), They Came from Beyond the Grave! (horror), Alien (horror espacial). E é claro que não posso deixar de mencionar a campanha lovecraftiana de Chtulhu Hack com os amigos Duda Falcão e Lucas Wolfgang!

Além disso, li duas ficções interativas/gamebooks bem legais: o clássico Heart of Ice e o faroeste sobrenatural The Good, the Bad and the Undead.

Em matéria de videogames, joguei mais: finalmente acabei Fallout 4 (minha impressão é que a fórmula se esgotou) e Last Door (um ótimo point-and-click adventure com inspiração gótica).

Também assisti várias séries: Invincible e Midnight Mass, assim como as produções da Marvel (WandaVision, The Falcon and The Winter Soldier, Loki, What If? e Hawkeye). Não fui ao cinema, ainda que filmes interessantes tenham sido lançados.

Um Feliz e Próspero 2022 para todos 🙂 !

Retrospectiva de 2020

Com o ano chegando ao fim, e como já é a tradição aqui no blog, é hora de relembrar o que li, assisti e joguei.

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Li poucos livros — um reflexo desses últimos meses conturbados –, abandonando vários pelo meio do caminho (mas esperando voltar com a leitura deles em algum dia). De qualquer modo, dos que finalizei, destaco A telepatia são os outros, da Ana Rüsche, e Back in the USSR, do Fábio Fernandes — não sem motivo, ambos foram finalistas dos prêmios Jabuti e Argos.

Em compensação, li diversos quadrinhos, principalmente em formato digital, como comentei em três oportunidades aqui, aqui e aqui. Fiz “maratonas” de séries já completas, caso de Y – The Last Man, Ex Machina e Locke & Key, e também várias HQs da editora britânica 2000 AD que mereciam ser mais conhecidas por aqui.

Também li vários RPGs com mecânicas e gêneros diversos: desde o pós-apocalíptico gonzo Death is The New Pink até a fantasia urbana Dark Streets & Darker Secrets, passando pelos lovecraftianos com regras leves Cthulhu Hack e Rats in The Walls. E graças à internet, joguei e narrei muito durante a quarentena, como a ficção científica transumana Eclipse Phase, o clássico de horror Chamado de Cthulhu e o seu cenário moderno Delta Green, além da fantasia medieval The Dark Eye e do cyberpunk minimalista Wired Neon Cities.

Se em 2019 não comprei e nem joguei qualquer videogame, neste ano comecei comprando Fallout 4 — infelizmente, o game não me cativou como as edições anteriores e ainda não acabei de jogá-lo (minha última partida foi em agosto).

Também assisti várias séries, com destaque para Locke & Key, A Maldição da Mansão Bly e a segunda temporada do The Mandalorian. Não deu tempo de ir ao cinema antes da quarentena e não me animei em ver o que está atualmente em cartaz.

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Um Feliz e Próspero 2021 para todos 🙂 !