Black Friday da Draco

Começou a Black Friday — ou melhor, Purple Friday — na Editora Draco com várias promoções, incluindo meus e-books com 90% de desconto!

Collage draco purple day

Tem ficção científica retrofuturista, space opera, mistério sherlockiano, terror, fantasia erótica e weird west — mas só até segunda-feira!

 

 

Meus e-books na Geek Week

Começou a Geek Week na Amazon e, com isso, meus contos digitais lançados pela Editora Draco estão com desconto!
Collage Draco

 

Já as duas coletâneas sherlockianas que ajudei a organizar estão por R$ 7,96 cada, assim como a pós-apocalíptica Depois por Fim, enquanto Magos – Histórias de feiticeiros e mestres do oculto (que tem meu conto Era Uma Vez no Oeste Bizarro, finalista do Argos do ano passado) sai por R$ 9,96. Clicando aqui, você encontra outros livros digitais com minha participação.

Carnaval na Draco

A Editora Draco está com outra ótima promoção para este Carnaval!

carnadraco

No CarnaDraco, todos os livros impressos estão com 40% de desconto e frete grátis nas compras acima de R$ 100,00 — incluindo coletâneas que contam com minha participação, como Imaginários  – volume 3, Space Opera – volume 2, Sherlock Holmes – Aventuras Secretas e Magos – Histórias de feiticeiros e mestres do oculto (que traz meu conto Era Uma Vez no Oeste Bizarro, finalista do Prêmio Argos de 2018).

Já os e-books (em formato epub) estão com 70% de desconto, caso das coletâneas acima e também do livro Depois do Fim, assim como alguns dos meus contos:  Inferno de Dantès, Caminho para o purgatório, Encruzilhada no paraísoA arte mística de minerar teratolítios em Ixcuina.

A promoção vai até 1 de março de 2019 — então aproveite e caia na folia!

Purple Friday

A Editora Draco voltou com uma ótima promoção:  50% de desconto em livros e quadrinhos! 

purple friday

Isto inclui todas as coletâneas que contaram com minha participação, e também as versões digitais dos meus contos.

Aproveite, pois a promoção só vai até 08 de outubro.

R$ 0,89

Olha só que legal: meu conto A arte mística de minerar teratolítios em Ixcuina, parte da coletânea Erótica Fantástica – volume II (organizada por Gerson Lodi-Ribeiro para a Editora Draco), está com um superdesconto na Amazon: de R$ 5,99 por apenas R$ 0,89 !

ixcuina

Vale mencionar que já escrevi sobre a origem desse conto aqui mesmo no blog. Se gostar da história, deixe um comentário na página da Amazon.

SINOPSE:

No mundo de Ixcuina, as pessoas celebram a Noite dos Mortos com comida, bebida e orgias até o nascer dos sóis gêmeos. É também a única oportunidade no ano para, através da magia, um rapaz invocar o espírito da amada recém-falecida e encontrá-la mais uma vez.

TRECHO:

  O festival da Noite dos Mortos começou com gritos de euforia, logo abafados pelos estouros dos fogos de artifício assim que o segundo sol se pôs. Pela janela daquela casa encravada no morro, Zander viu o show pirotécnico iluminar a cidade abaixo, seus prédios cúbicos espalhados ao redor dos descomunais Grotescos.

  Ainda que fosse a sua primeira visita à capital de Ixcuina, o jovem minerador conhecia a fama da tradicional celebração anual do planeta. Entre o poente e a alvorada, milhares de pessoas participavam com entusiasmo da festa. Comiam, bebiam, gastavam dinheiro nas barracas de prêmios, cantavam para homenagear seus antepassados e também celebrar a vida em orgias que só terminavam com os primeiros raios dos sóis.

   – O que você pede demanda tempo e dinheiro. Tem certeza de que quer mesmo fazer? – disse o homem de cabelos escuros e crespos ao lado de Zander. Os fogos explodiam agora na forma de crisântemos brancos, flor que simbolizava a morte entre algumas culturas da Antiga Terra, além de ser também a planta preferida de Aishe. A lembrança da namorada fez um laço se apertar em torno do coração do rapaz, uma sensação que o acometia com frequência desde que ela morrera três dias antes.

   Zander se voltou na direção do homem que fizera a pergunta. Dzuge vestia um avental por cima de uma túnica azul e na mão levava uma colher de madeira; se usasse um chapéu comprido e branco, passaria facilmente por cozinheiro de algum restaurante.

  Mas Dzuge estava longe de ser um chef.