O que li até agora

Janeiro foi um mês produtivo, com a leitura de dois livros e três HQs. Faço os comentários usando meu perfil no Goodreads como guia:

Troopers da Morte, de Joe Schreiber (tradução de Caio Pereira). “The Walking Dead encontra Star Wars” pode até parecer uma ideia legal, mas na prática não funcionou muito bem nessa história com personagens secundários sem graça e os principais mal utilizados.

Sex Criminals, roteiro de Matt Fraction e arte de Chip Zdarsky.  Um bom exemplo de ideia bizarra (casal pode parar o tempo ao transar e então decide roubar um banco), mas que revela ser bem legal ao usar diálogos afiados e um roteiro não-linear.

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Criminal – Coward, roteiro de Ed Brubaker e arte de Sean Philips. Da mesma dupla de Fatale, este é um ótimo exemplo de quadrinhos noir: roteiro intrigante e personagens perturbados, principalmente o protagonista, um criminoso fracassado que tenta dar o grande golpe.

Realidades Adaptadas, de Philip K. Dick (tradução de Ludimila Hashimoto).  Esta coletânea reúne histórias que foram adaptadas com qualidade variada para o cinema. Dos sete contos, os dois últimos são os mais fracos, porém, não comprometem a experiência de ler a obra de um dos autores mais interessantes da ficção científica do século XX.

Astro City – Through Open Doors, roteiro de Kurt Busiek e arte de Brent Anderson. Busiek e Anderson mostram com competência, mais uma vez, como é a vida numa cidade de super-heróis, ao mesmo tempo em que fazem uma homenagem ao gênero. O único problema é que essa edição deixa muitas perguntas no ar.