O que li até agora

Janeiro foi um mês produtivo, com a leitura de dois livros e três HQs. Faço os comentários usando meu perfil no Goodreads como guia:

Troopers da Morte, de Joe Schreiber (tradução de Caio Pereira). “The Walking Dead encontra Star Wars” pode até parecer uma ideia legal, mas na prática não funcionou muito bem nessa história com personagens secundários sem graça e os principais mal utilizados.

Sex Criminals, roteiro de Matt Fraction e arte de Chip Zdarsky.  Um bom exemplo de ideia bizarra (casal pode parar o tempo ao transar e então decide roubar um banco), mas que revela ser bem legal ao usar diálogos afiados e um roteiro não-linear.

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Criminal – Coward, roteiro de Ed Brubaker e arte de Sean Philips. Da mesma dupla de Fatale, este é um ótimo exemplo de quadrinhos noir: roteiro intrigante e personagens perturbados, principalmente o protagonista, um criminoso fracassado que tenta dar o grande golpe.

Realidades Adaptadas, de Philip K. Dick (tradução de Ludimila Hashimoto).  Esta coletânea reúne histórias que foram adaptadas com qualidade variada para o cinema. Dos sete contos, os dois últimos são os mais fracos, porém, não comprometem a experiência de ler a obra de um dos autores mais interessantes da ficção científica do século XX.

Astro City – Through Open Doors, roteiro de Kurt Busiek e arte de Brent Anderson. Busiek e Anderson mostram com competência, mais uma vez, como é a vida numa cidade de super-heróis, ao mesmo tempo em que fazem uma homenagem ao gênero. O único problema é que essa edição deixa muitas perguntas no ar.

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Retrospectiva de 2017

Com o ano acabando, chegou a hora de rever e comentar alguns livros, quadrinhos, games, seriados e filmes que me chamaram a atenção.

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Li 38 obras, incluindo aqui ficção, não ficção e quadrinhos (graphic novels e compilações de edições):

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Na Eternidade Sempre é Domingo, de Santiago Santos. Já conhecia o trabalho do Santiago com flash fiction, assim, foi uma ótima surpresa ler esse livro que mistura diário de viagem pela Bolívia e Peru com o fantástico, mostrando a fascinante história da civilização inca, e que fica ainda melhor por causa da prosa concisa.

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Cyber World: Tales of Humanity’s Tomorrow, organizado por Jason Heller e Joshua Viola. Não sou fã de coletâneas com muitos contos, mas gostei do resultado final desta: tem textos que lembram as histórias de William Gibson (o pai do cyberpunk) até outros que poderiam ter saído de uma temporada de Black Mirror. Recomendado não só para quem gosta de cyberpunk, mas também de boa ficção científica.

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Fragments of Horror, roteiro e desenhos de Junji Ito. A arte de Ito (Tomie e Uzumaki), nesta coletânea de oito histórias, continua espetacular, transmitindo apreensão e o terror. Mas tive a impressão que ele não sabia o final (ou teve preguiça de descobri-lo) na maioria da histórias, precisando inventar um desfecho bizarro que nem sempre combinou com o que ele estipulou antes na trama.

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Injection, roteiro de Warren Ellis e arte de Declan Shalvey. Com uma premissa interessante e personagens bizarros, Ellis e Shalvey contam uma história que mistura ficção científica e fantasia, lembrando os bons tempos de Planetary (também de Ellis e com arte de John Cassaday)

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Não só comprei menos jogos (ainda tenho dezenas de games intocados!), como também joguei pouco. O que me chamou a atenção foi:

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Oxenfree (PC). Excelente adventure com um clima sobrenatural que lembra vagamente o de Stranger Things. Destaque para os personagens tridimensionais e seus diálogos, pois a escolha destes últimos pelo jogador afeta os finais diferentes da trama.

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Comecei a ver várias séries na Netflix, mas foram poucas que cheguei ao último episódio da temporada. As exceções foram:

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Rick & Morty – 2ª temporada. Essa animação continua tão divertida quanto antes, e com direito a um cliffhanger no final da temporada.

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The Expanse – 1ª temporada. Ótima adaptação do livro space opera (com um toque de FC hard) de James S. A. Corey; em alguns pontos, até superou o material original.

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Stranger Things – 2ª temporada. O fator novidade passou, mas a trama continua instigante (e com mais referências aos anos de 1980), assim como os personagens (além do acréscimo de novos).

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Consegui ir ao cinema mais vezes do que no ano passado mas, mesmo assim, perdi a exibição de vários filmes.

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It – A Coisa. Apesar de um CGI exagerado em algumas cenas (e que acaba distraindo o espectador), o filme cumpre sua função de contar uma boa história.

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Blade Runner 2049. Um daqueles casos raros nos quais a continuação alcança — e até mesmo supera — o filme original, um clássico do cinema.

Um Feliz e Próspero 2018 para todos! 🙂

 

Resenha de O Outro Lado do Crime

Saiu a primeira resenha da coletânea O outro lado do crime — e destacando positivamente o meu conto hardboiled O que acontece em BOTtown ! Vale a pena ler o artigo do Alex André , do blog Lendo Muito, e conhecer a opinião dele.

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Lembrando que o livro já está à venda — que tal começar o ano lendo nove ótimas histórias?

O mais novo trabalho do detetive particular Simón Hermes é encontrar a esposa desaparecida de um alto executivo em Marte. Conforme se aprofunda na investigação, ele descobre o envolvimento da mulher em uma antiga religião, levando o detetive ao bairro de BOTtown, o lugar mais perigoso do planeta vermelho.

Em O Outro lado do Crime – Casos Sobrenaturais, a atmosfera de mistério das narrativas policiais se mistura com a aura insólita do fantástico, em histórias que vão testar sua coragem e seu poder de dedução. Você está convidado a embarcar nestes microuniversos peculiares e tentar desvendar cada um dos nove crimes apresentados ao lado dos organizadores Bruno Anselmi Matangrano e Debora Gimenes, e dos autores Fernanda Borges, James Andrade, Luis Eduardo Matta, Marcelo Augusto Galvão, Natália Couto Azevedo, O. A. Secatto e Vera Carvalho Assumpção. Você está preparado?

 

Retrospectiva de 2016

O ano está prestes a acabar, então chegou a hora da retrospectiva de livros, quadrinhos, games, séries e cinema.

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Fechei esse 2016 com a leitura de 50 obras, sendo a maior parte ficção fantástica (horror, fantasia e ficção científica), como aconteceu no ano passado — mas sobrou tempo para não ficção, principalmente livros que tratam de roteiros para quadrinhos e games:

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Caminho do Louco, de Alex Mandarino. Magia, tecnologia e teorias conspiratórias se mesclam nesta trama embalada por uma prosa fascinante. Mandarino estreia no mundo da literatura em grande estilo, como eu já esperava.

Old Man’s War, de John Scalzi. Uma ficção científica militar que tem gosto de blockbuster, com ação bem dosada e um humor legal. Fiquei com vontade de ler o resto da série.

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Full Dark, No Stars, de Stephen King. Nesta coletânea com quatro (ou cinco, se você tem a versão de bolso) histórias, King prova que é também mestre quando se trata de textos mais curtos (e bem menos cansativos) do que os “aparadores de porta” que ele costuma escrever.

Level Up!, de Scott Rogers (tradução de Alan Richard da Luz ). Livro recomendado para quem está dando os primeiros passos no mundo do game design ou simplesmente tem curiosidade em saber como os games são feitos.

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Li bastante HQ,  mesmo porque ainda tenho muuuuito material comprado no ano passado:

Saga – Deluxe Edition, vol. 1, roteiro de Brian K. Vaughan e arte de Fiona Staples. Finalmente li uma das HQs mais premiadas dos últimos tempos,  mistura de fantasia, ficção científica e romance, contando com o ótimo roteiro de Vaughan e a belíssima arte de Staples. Esta edição de luxo traz alguns extras, como o roteiro completo de uma das edições.

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O Despertar de Cthulhu, organizado por Raphael Fernandes. Quando eu pensava que a HQ  Rei Amarelo em Quadrinhos não poderia ser superada, eis que essa nova coletânea surge com ótimas histórias inspiradas no universo de H. P. Lovecraft.

The Manhattan Projects – vol. 1,  roteiro de Jonathan Hickman e arte de Nick Pitarra. Uma das histórias mais bizarras que li nos últimos anos, envolvendo diversos cientistas — como um Von Braun ciborgue, um Einstein de uma realidade paralela, um Oppenheimer com múltiplas personalidades —  em um Projeto Manhattan que não desenvolve apenas bombas atômicas.

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Minhas lista de games no Steam não para de crescer — sem contar os pacotões interessantes que aparecem no Humble Bundle:

Game of Thrones – A Telltale Games Series. (Android) Jogo obrigatório para os fãs do seriado, mesmo que parte da trama perca a graça quando você já sabe o que vai acontecer com os personagens que também estão na TV.

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Read Only Memories. (PC) Este jogo do gênero adventure tem uma trama até que instigante, ainda que deslize em alguns diálogos longos e cansativos. Mas vale jogá-lo pela trilha sonora, a ambientação cyberpunk e pelos personagens LGBT, que não são estereotipados ou panfletários.

Out There – Omega Edition. (Android) Não sou fã de jogos do tipo roguelike (ou seja, se o seu personagem morre, ele retorna ao início do game em um cenário gerado aleatoriamente), mas gostei desse space opera que mistura as mecânicas de exploração e de gerenciamento de recursos.

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Não assisti tantas séries como gostaria, mas ao menos consegui riscar alguns itens da minha lista:

Rick & Morty. Fazia tempo que não assitia uma animação tão divertida, uma espécie de paródia pervertida das aventuras vividas por Doc Brown e Marty McFly em De Volta para o Futuro.

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Stranger Things. Além da trama envolvente (inspirada em diversos filmes, séries e livros dos anos 80), o segredo do sucesso inesperado dessa série foram talentosos atores mirins no papel de heróis inocentes — afinal de contas, chega uma hora que a gente cansa de torcer pelo anti-herói à Walter White, né?

Westworld. Comecei assistindo com medo de que virasse um Lost da vida pela quantidade de mistérios que apareciam, mas se revelou uma das melhores produções do ano (e, se você gosta de games, vai entender a participação rápida de Steven Ogg, o Trevor Philips de GTA 5).

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Fui muito pouco ao cinema neste ano — porém, mais do que em 2015 –, deixando de assistir algumas películas que foram sucesso de crítica ou de público (ou ambos):

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Rogue One. Apesar da primeira parte se arrastar mais do que deveria, a segunda compensa, não só pela ação, mas também pelo desfecho que leva ao episódio 4 da saga de Star Wars .

Um Feliz e Próspero 2017 para todos! 🙂

Retrospectiva de 2015

Chegou a hora da retrospectiva do final de ano como faço aqui desde 2010, relacionando os livros que mais me chamaram a atenção. Desta vez, incluo também quadrinhos, games e séries de TV (atualização em 30/12: e cinema).

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Li mais histórias de horror, suspense e fantasia em 2015, tentando conhecer coisa nova nos gêneros, mas também procurei por autores mainstream de renome:

Iluminadas, de Lauren Beukes (tradução de Mauro Pinheiro). Curiosa mistura de thriller com viagem no tempo.

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Sword and Mythos, organização de Silvia Moreno-Garcia e  Paula R. Stiles. Antologia acima da média, com  histórias que misturam o gênero da Espada e Feitiçaria com a mitologia criada por H. P. Lovecraft, mas procurando ambientá-las em novos cenários (africano, asteca etc) e personagens mais diversificados.

Making Comics, de Scott McCloud. Obrigatório para quem aprecia quadrinhos, seja lendo ou fazendo.

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The Imago Sequence, de Laird Barron. Cult nos EUA, Barron ficou mais conhecido depois da série True Detective, que tem cenas inspiradas na sua obra (como no conto Bulldozer). Recomendado para quem gosta de Horror Cósmico.

Kafka on the Shore, de Haruki Murakami (tradução de Philip Gabriel). Primeiro livro que leio desse famoso autor, e não será o último. Não vai agradar quem espera por finais amarrados; o negócio aqui é aproveitar as personagens e situações bizarras.

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Com ajuda do Comixology e vários Humbles Bundles, li bastante HQ virtual, mas também comprei material impresso nacional de qualidade:

Scalped, com roteiro de Jason Aaron e arte de R. M. Guéra. Excelente mistura de noir com western contemporâneo, tudo embrulhado numa narrativa não linear.

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Clive Barker’s Next Testament, com roteiro de Clive Barker e Mark Miller, arte de Haemi Jung. Ainda que não tenha um final satisfatório, a HQ traz de volta o horror e humor de Barker, ilustrados por uma artista de manhwa.

Lazarus (volumes 1 ao 3), com roteiro de Greg Rucka e arte de Michael Lark. Distopia intrigante com uma ótima protagonista feminina (como é típico de Rucka).

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O Rei Amarelo em Quadrinhos, organização de Raphael Fernandes. Edição primorosa com histórias inspiradas (outras mais, outras menos) no livro de Robert W. Chambers.

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Neste ano, meus games foram divididos em jogadas no console, PC, tablet e celular:

Far Cry 4. Gameplay e história fascinantes neste jogo de mundo aberto inspirado na região do Himalaia.

Fallout New Vegas.  Ainda que pareça uma expansão de luxo de Fallout 3, o game se sustenta ao apresentar mais um pouco desse cenário atompunk pós-apocalíptico.

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Alien: Isolation. Survival horror obrigatório para quem gosta da franquia Alien, em especial o primeiro filme. Não recomendado para quem tem problemas cardíacos (é sério).

Monument Valley. Um dos puzzles mais bonitos que já vi e joguei.

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O que seria do mundo sem Netflix? Foi através dele que assisti a maior parte das séries do ano:

Star Trek: Deep Space Nine. Ao contrário das séries Clássica e Nova Geração, esta tem um clima sombrio, mostrando um ângulo diferente do universo criado por Gene Roddenberry.

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Demolidor (primeira temporada). Ótima adaptação do personagem das HQs da Marvel.

Brooklyn Nine Nine (primeira temporada). Recomendado para quem gosta do humor à The Office e Parks and Recreation.

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É isso. Vamos ver se da próxima vez faço uma categoria para cinema, pois este ano não consegui ver um filme na telona. Pois é, no penúltimo dia do ano consegui ver Star Wars – O Despertar da Força :).

Um Feliz e Próspero 2016 para todos!

Mais resenhas para Saltimbanco

Os sites e blogs parceiros da Editora Draco publicaram novos comentários do meu conto Saltimbanco — todos bem positivos!

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Atualização (17/08/2017): “É o tipo de conto que chama atenção e vale muito a pena ser lido” — essa é opinião do blog Lisossomos.

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Atualização (12/05/2017): Para Laís Helena, do blog Sonhos, Imaginação & Fantasia, a história é “simples e concisa, mas traz uma pequena reviravolta no final”, ainda que tal reviravolta pudesse ter “mais impacto”.

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Atualização (03/05/2017): A Rudy, do blog Alegria de Viver e Amar O Que É Bom, comenta que “o conto é bem escrito e até um tanto tenebroso”.

Para o Dica do Leitor, a história é daquele tipo “que te faz piscar os olhos com força depois que termina de ler e ficar feliz de não estar nela (…)” e que tem “início, meio e fim”.

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Atualização (16/04/2017): O perfil literário @memoriasdaleitora gostou do conto e recomenda “a leitura para quem gosta de se surpreender”.

Já Adeola, do blog Mini Mundo Literário, achou o conto “rápido e surpreendente, com um pouco de suspense e terror”.

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Atualização (13/04/2017): Mais comentários!

  • Jacqueline Vasconcelos, do blog Papeando Livros, escreveu que “o conto me surpreendeu com a trama” (além disso, ela colocou na resenha uma foto que tem a tudo a ver 🙂 ) ;
  • como ganhar dinheiro em casacomo ganhar dinheiro em casaPara o Valeu, Gutemberg , a história “é surpreendente”, remetendo vagamente a um conto de Poe;
  • No Instagram, a Elaine, do @pageandseasons, escreveu que “o texto misterioso e muito bem escrito nos prende”;
  • Para @confissoesdeumabookworm, também no Instagram, “de forma excepcional o autor começa a mudar a atmosfera do conto para algo mais assustador e sombrio”, o que lhe “causou diversos sentimentos”;
  • Um conto que “entrega suspense com reviravoltas”: esta é opinião de Murilo Henrique Sanches, do GeekBlast.

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Atualização (10/04/2017)“Bem escrito” e com “personagens realmente interessantes”. Essa é a opinião do portal Gatilho, que deu cinco estrelas para a história.

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Atualização (09/10/2016): Rodrigo Rahmati — que também tem histórias publicadas pela Draco — recomendou o conto no seu blog.

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Atualização (17/01/2016): O Clube de Contos concedeu cinco estrelas para a história, comentando que a narrativa “se desenvolve para algo inesperado e mais sombrio”.

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Atualização (15/12/2015):  Gabi, do blog Reino da Loucura, se surpreendeu bastante com a história, afirmando que o leitor nem sente o tempo passar, “de tão fluida que é a escrita do autor”.

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Atualização (23/11/2015): “Bem-escrito e com um terror gradual”: essa é a opinião da Karen Alvares no Por Essas Páginas.

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Atualização (11/11/2015): No Beco Nerd (gostei desse nome :)), Victor Candiani elogiou a história, comentando ainda que “é um conto para ser lido de uma única vez, e se possível, mais de uma vez.”

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Atualização (02/11/2015): Camila Monteiro escreveu no blog Vida Complicada que Saltimbanco é um “conto delicioso de ler”.

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No Achando Histórias, Bárbara Valdez comenta que “a história (…) consegue unir duas emoções paradoxais (alegria e dor) de uma forma peculiar e sinistra”. Para Sheila Lima Wing, do Doce Sonho Alado, o conto “me impressionou de um jeito bom, conseguiu despertar adrenalina que tanto gosto de sentir quando acompanho um conto, livro, filme ou série”.

Já no Fabulonica, Juliana Lima comenta que “o conto, em poucas páginas, te faz sentir medo, raiva, pena e esperança (…) uma mistura, muito bem temperada, de realidade, suspense e humor”.  Por último, Letícia Delicor, do Lê Lendo Lido, foi direta e não perdeu tempo: “este conto é muito bom!” 🙂

Vale a pena visitar as páginas para conhecer as resenhas de outras publicações da Draco.

Resenha para Saltimbanco

Meu conto Saltimbanco — que pode ser lido gratuitamente em várias plataformas — continua sendo bem avaliado: desta vez, foi pelo site Only The Strong Survive.

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Na opinião de Verônica Inamonico, “o autor foi capaz de criar um enredo perfeito e de duração precisa, sem deixar faltar nada ao seu leitor” 🙂 Vale a pena ler o resto do artigo, que ainda resenha outros e-books também lançados pela Editora Draco.