Caçada na Terra Malvada

Já está disponível para venda CAÇADA NA TERRA MALVADA, a minha mais nova aventura de RPG escrita para THE DAY AFTER RAGNAROK, um cenário pós-apocalíptico do sistema SAVAGE WORLDS (Retropunk).

“Como não poderia ser diferente, a Queda da Serpente em 1945 afetou o Brasil. A catástrofe devastou parte do litoral do nordeste, matando milhares. Quem não morreu teve duas opções: ficar ou fugir. Os retirantes migraram para outros estados; os que foram deixados para trás tentam sobreviver no ambiente hostil. Abandonada à própria sorte, a região virou uma terra de ninguém, incomunicável com o resto do país. Quando pessoas desaparecem sem explicação numa cidadezinha próxima do perigoso território, um grupo de heróis decide solucionar o mistério.”

Um dia é da caça

Lady_Kill@ era a melhor assassina que o dinheiro podia comprar, até o dia em que se tornou vítima e perdeu tudo — exceto o desejo de se vingar. Agora, ela busca por aqueles que lhe fizeram mal, sabendo que, se um dia é da caça, o outro é do caçador.

UM DIA É DA CAÇA é o meu mais novo conto, mesclando mistério com cyberpunk (este um gênero que com forte influência das tramas hardboiled de Dashiel Hammett e Raymond Chandler), e que faz parte da REVISTA MYSTÉRIO RETRÔ  nº 9. Aproveite para financiar este número e conhecer outras histórias de mistério, suspense e terror!

Retrospectiva de 2021

Faltando poucos dias para o fim do ano, é hora da tradicional retrospectiva de o que li, assisti e joguei.

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Li menos se comparado ao ano anterior, porém, consegui ler mais romances do que nos últimos vinte e quatro meses — ainda é pouco, mas é melhor do que nada. Os destaques ficaram por conta do folk horror nacional A Floresta, de Daniel Gruber e a ágil space opera The Fractured Void, de Tim Pratt (um tie-in do jogo de tabuleiro Twilight Imperium).

Continuei lendo bastante quadrinhos, como comentei aqui. Vale também destacar Captain America: Sam Wilson – The Complete Collection Vol. 1 (apesar do início chato), Marshal Law: The Deluxe Edition (compilação do personagem que inspirou The Boys e Invincible) e o perturbador e exagerado Gyo (o que já se esperava, uma vez que é de Junji Ito).

Prossegui com a leitura de RPGs nos mais diversos gêneros, como Something Wicked (horror) e a nova edição de Triumphant! (super-heróis), além de ter jogado bastante online (seja como mestre ou jogador): 24XX (ficção científica), They Came from Beyond the Grave! (horror), Alien (horror espacial). E é claro que não posso deixar de mencionar a campanha lovecraftiana de Chtulhu Hack com os amigos Duda Falcão e Lucas Wolfgang!

Além disso, li duas ficções interativas/gamebooks bem legais: o clássico Heart of Ice e o faroeste sobrenatural The Good, the Bad and the Undead.

Em matéria de videogames, joguei mais: finalmente acabei Fallout 4 (minha impressão é que a fórmula se esgotou) e Last Door (um ótimo point-and-click adventure com inspiração gótica).

Também assisti várias séries: Invincible e Midnight Mass, assim como as produções da Marvel (WandaVision, The Falcon and The Winter Soldier, Loki, What If? e Hawkeye). Não fui ao cinema, ainda que filmes interessantes tenham sido lançados.

Um Feliz e Próspero 2022 para todos 🙂 !

O Que se Esconde nas Estrelas

A campanha de financiamento coletivo de O QUE SE ESCONDE NAS ESTRELAS, meu primeiro livro solo e numa edição de luxo com capa dura, está chegando ao fim!

Conseguimos bater a meta principal e a primeira leva de metas extras — e agora chegou a hora da segunda leva, incluindo um conto inédito meu se alcançarmos 150%.

Faltam 2 dias para o fim da campanha, então aproveite para apoiar agora a coleção Dragão Negro (Editora Draco).

Live com Eduardo Kasse

Nesta próxima segunda-feira 16/08, às 21h, vou participar de uma live no YouTube com o amigo Eduardo Kasse, autor da série de livros Tempos de Sangue e Saga Vikings (Editora Draco).

Vamos falar de literatura fantástica, RPG e dos meus próximos projetos — e você pode participar desse bate-papo através do chat (lembrando que ficará gravado). Não perca!

Quadrinhos na quarentena – parte 4

A quarentena continua, assim como a leitura de quadrinhos, principalmente digitais.

BLACK WIDOW: WEB OF INTRIGUE traz três histórias da ex-espiã russa, todas com a mesma premissa: alguém do passado misterioso da Viúva Negra retorna, é ameaçado e ela precisa interferir. Apenas a primeira HQ, desenhada por George Pérez, vale a pena por causa do roteiro à James Bond.

INVASION! é crossover publicado no final dos anos 80 pela DC Comics no qual uma coalizão de alienígenas invade a Terra. Lembro de gostar da série na época; agora, tive a oportunidade de ler todas as edições em ordem e, infelizmente, ela não envelheceu bem apesar da ideia interessante.

BLACK HAMMER é uma homenagem ao gênero dos super-heróis e que me surpreendeu. Com uma trama bem amarrada, ela agrada principalmente os leitores que já conhecem o gênero, e mesmo aqueles que não entenderem os easter eggs vão gostar da série.

ROGUE TROOPER: TALES OF NU-EARTH – VOLUME 1 é uma ficção científica militar que mostra um soldado geneticamente alterado caçando, em um planeta devastado pela guerra, um traidor. Apesar de ficar repetitiva em alguns momentos, a série é empolgante e conta com duas histórias roteirizadas por Alan Moore.

Retrospectiva de 2020

Com o ano chegando ao fim, e como já é a tradição aqui no blog, é hora de relembrar o que li, assisti e joguei.

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Li poucos livros — um reflexo desses últimos meses conturbados –, abandonando vários pelo meio do caminho (mas esperando voltar com a leitura deles em algum dia). De qualquer modo, dos que finalizei, destaco A telepatia são os outros, da Ana Rüsche, e Back in the USSR, do Fábio Fernandes — não sem motivo, ambos foram finalistas dos prêmios Jabuti e Argos.

Em compensação, li diversos quadrinhos, principalmente em formato digital, como comentei em três oportunidades aqui, aqui e aqui. Fiz “maratonas” de séries já completas, caso de Y – The Last Man, Ex Machina e Locke & Key, e também várias HQs da editora britânica 2000 AD que mereciam ser mais conhecidas por aqui.

Também li vários RPGs com mecânicas e gêneros diversos: desde o pós-apocalíptico gonzo Death is The New Pink até a fantasia urbana Dark Streets & Darker Secrets, passando pelos lovecraftianos com regras leves Cthulhu Hack e Rats in The Walls. E graças à internet, joguei e narrei muito durante a quarentena, como a ficção científica transumana Eclipse Phase, o clássico de horror Chamado de Cthulhu e o seu cenário moderno Delta Green, além da fantasia medieval The Dark Eye e do cyberpunk minimalista Wired Neon Cities.

Se em 2019 não comprei e nem joguei qualquer videogame, neste ano comecei comprando Fallout 4 — infelizmente, o game não me cativou como as edições anteriores e ainda não acabei de jogá-lo (minha última partida foi em agosto).

Também assisti várias séries, com destaque para Locke & Key, A Maldição da Mansão Bly e a segunda temporada do The Mandalorian. Não deu tempo de ir ao cinema antes da quarentena e não me animei em ver o que está atualmente em cartaz.

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Um Feliz e Próspero 2021 para todos 🙂 !

Quadrinhos na quarentena – parte 3

Mais alguns quadrinhos digitais que li nesse ano de quarentena:


INJECTION segue a mesma linha de Planetary, a ótima série de Warren Ellis (roteiro) e John Cassaday (arte). Mas, ao invés de trabalhar com arquétipos do pulp, Ellis e Declan Shalvey brincam com os arquétipos de heróis britânicos.


LOCKE & KEY mostra que Joe Hill é um dos melhores roteiristas da atualidade, nessa história desenhada por Gabriel Rodriguez que tem alguns temas em comuns com o trabalho do pai de Hill (também conhecido como Stephen King), como a perda da inocência, crianças e, é claro, monstros aterrorizantes.


TANK GIRL, criada por Jamie Hewlett e Alan Martin, se passa em um futuro pós-apocalíptico, trazendo as aventuras  da piloto de um tanque.  A arte é boa, mas um tanto poluída pelos balões de diálogos, enquanto a história não envelheceu bem depois de trinta anos.


JAEGIR é um spin-off da clássica HQ britânica de ficção científica militar Rogue Trooper. Com roteiro de Gordon Rennie e arte de Simon Coleby, conhecemos o trabalho de uma agente da polícia secreta de um estado fascista, envolvida na caçada a criminosos de guerra.

Vozes Desesperadas

VOZES DESESPERADAS, meu mais novo conto de terror, já está disponível para venda para Kindle nesta sexta-feira 13! Se gostar da história — publicada originalmente na coletânea Continuem nos Escutando — , não esqueça de deixar seu comentário.


Sinopse:

Um conto de terror do mesmo autor de LOVECRAFTIANO, LINEA NIGRA e O BECO. A caixa informa que o interior dela contém um par de sapatos negros e de salto alto. Mas, ao invés disto, a jovem Simone encontra uma fita cassete junto a um gravador portátil, sem saber do perigo que corre ao apertar o botão Play.

DO MESMO AUTOR:

LOVECRAFTIANO – VOLUME 1: “Dois contos muito bons, não à toa o segundo foi ganhador do prêmio ABERST.” – Daniel Braga, do site Canto do Gárgula.

SALTIMBANCO: “Bem-escrito e com um terror gradual” — Karen Alvares, autora de Alameda dos Pesadelos.

LINEA NIGRA: “Leitura rápida e agradável de um autor que domina muito bem as bases da Literatura Fantástica” – Rafael Monteiro, do site Nível Épico.

CRIANÇA FEIA: “Excelente conto, bem escrito, bem articulado, com a dose certa de suspense” – Renata Maggessi, autora de O Enterro dos Ossos

TRAGA-ME O ESCALPO DE JESÚS CHRISTOPHERSON: “Ótimo conto que mistura faroeste e terror. O texto é fluido, ágil” – Ricardo Santos, organizador da coletânea Estranha Bahia.

VIDA E MORTE DO ÚLTIMO ASTRO PORNÔ DA TERRA: “Ótimo protagonista (…) uma prosa divertida e situações inteligentes” — Eric Novello, autor de Ninguém Nasce Herói.

HORROR EM SANGRE DE CRISTO: “Para que gosta (…) do estilo de Robert. E. Howard (…), é um prato cheio esta aventura que se passa no Velho Oeste americano.” – Romeu Martins, organizador da antologia Medo Imortal.